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	<title>Educa&#231;&#227;o</title>
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		<title>Professores usam blogs para educar</title>
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		<dc:date>20.10.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
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		<description>Colegas da turma de did&#225;tica, achei muito interessante essa reportagem, pois trata-se da utiliza&#231;&#227;o de blogs por professores de ensino m&#233;dio, como recurso pedag&#243;gio. N&#227;o deixem de ler.&#160; Professores x Blogs&#160;</description>
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	<item rdf:about="http://luciana1965.blog.terra.com.br/paulo_freire_i">
		<title>Paulo Freire I</title>
		<link>http://luciana1965.blog.terra.com.br/paulo_freire_i</link>
		<dc:date>07.10.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>
Pena que li o livro de forma t&#227;o r&#225;pida.&#160; Ao longo desses anos, tenho ouvido falar de um brasileiro maravilhoso, famoso no mundo todo, mesmo valorizado no Brasil,&#160; chamado Paulo Freire.O incr&#237;vel &#233; que, embora goste muito de ler, nunca me interessei em l&#234;-lo. Parecia-me um autor por demais &#34;glorificado&#34;, e por isso, de uma certa forma isso me assustava.&#160; Por&#233;m ao l&#234;-lo, por obriga&#231;&#227;o, descobri muitas coisas, muitas belezas. O gostoso de ler o primeiro cap&#237;tulo do livro Pedagogia da Autonomia &#233; que os exemplos de nossa aula de Did&#225;tica da Professora Bete,&#160; est&#227;o l&#225;, seja ou n&#227;o, nas experi&#234;ncia pessoais do autor (aprova&#231;&#227;o do seu antigo professor). O segundo cap&#237;tulo nos ratifica a import&#226;ncia do &#34;ser inacabado&#34; comentado, tamb&#233;m, em sala de aula. A import&#226;ncia da percep&#231;&#227;o de que tanto o educador quanto o educando s&#227;o seres inacabados, em processo de evolu&#231;&#227;o permanente. O grande diferencial deste conceito, &#233; sua consci&#234;ncia de produtos inacabados...Ao ler a frase &#34;... a verdadeira viol&#234;ncia &#233; a mis&#233;ria, a fome&#34;, recordei-me de uma trilogia chamada Os Subterr&#226;neos da LIberdade, de Jorge Amado, que li a muito, muito tempo atr&#225;s. Em um desses livros, o autor foi &#34;formando o personagem, a partir de seu processo de alfabetiza&#231;&#227;o, sob o aspecto construtivista. Recordo-me, em termos gerais, que &#224; &#233;poca, identifiquei claramente a for&#231;a com que o processo de constru&#231;&#227;o de seu saber, levou o personagem a um n&#237;vel de conscientiza&#231;&#227;o extremo, inclusive com altera&#231;&#227;o de seus comportamento, sociais e principalmente, pol&#237;tico. A verdade &#233; que ao lermos Pedagogia da Autonomia, vem uma enorme vontade de buscar novos conhecimentos na &#225;rea pedag&#243;gica, especialmente, sob o enfoque de Paulo Freire. Tenho um cunhado que faz poesia e adora participar de concursos de poesia e contos. Recentemetne, ele foi selecionado em uma concursos e eu, confesso envergonhada que n&#227;o cheguei a ler essa sua &#250;ltima poesia, vencedora. Pois &#233;, ela trata de Paulo Freire. E ao l&#234;-la, agora, tive a impressa de estar relendo o livro &#34;Pedagogia da Autonomia&#34;.
EST&#193; FALTANDO PAULO FREIRE&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; ouVOV&#211; N&#195;O VIU A UVABela capitalNasciNasci sem vov&#243; ver nenhuma uvaQuando ela vivia, pouco via feij&#227;oN&#227;o que tivesse a vista turvaEra porque o dinheiro n&#227;o dava, n&#227;oNenhum capitalEu viMas eu tinha que escrever dispois&#8220;Vov&#243; viu a uva&#8221; e ela ria de chorar- Queria ver era farinha, galinha e arroz- Queria ver fartura at&#233; engordarQuest&#227;o capitalViviUm dia mostraram pros doutoresQue &#8220;Rato n&#227;o r&#243;i roupa de rei&#8221;A educa&#231;&#227;o ficou nos estertores:- Quem &#233; voc&#234; para mudar a lei?Pena capitalCumpriVoc&#234; quer ensinar ou dar de comer?Alfabetizar sim! N&#227;o pode &#233; pensar!Coisa conhecida n&#227;o pode querer verPois daqui a pouco vai querer cozinhar!At&#233; que afinalMorriE a vov&#243; n&#227;o viu a uva, educa&#231;&#227;o ou milho,Auriverde pend&#227;o que brota da minha terra,Que quer ver a uva na boca de seu filhoNa escola que at&#233; a alfabetiza&#231;&#227;o enterraBela capitalNasciNenhum capitalEu viQuest&#227;o capitalViviPena capitalCumpri</description>
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	<item rdf:about="http://luciana1965.blog.terra.com.br/criando_oportunidade_de_aprendizagem_con">
		<title>Criando Oportunidade de Aprendizagem Continuada</title>
		<link>http://luciana1965.blog.terra.com.br/criando_oportunidade_de_aprendizagem_con</link>
		<dc:date>14.09.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Em substitui&#231;&#227;o aos fatores tradicionais de produ&#231;&#227;o como a mat&#180;&#180;eria prima, o trabalho e o capital, o conhecimento assumiu papel de destaque na sociedade.&#160; 
A velocidade das mudan&#231;as que est&#227;o ocorrendo na sociedade globalizada, exige que a escola convencional seja repensada, urgentemente.
O autor defende a expans&#227;o do coneito de aprendizagem,que dever&#225; se tornar uma atividade cont&#237;nua, iniciando-se nos primeiro minutos de vida do indiv&#237;duo e estendendo-se ao longo dela.
Para tanto, a escola dever&#225; criar condi&#231;&#245;es para alterar os paradigmas atual da educa&#231;&#227;o - de transfer&#234;ncia de conhecimento - pois os alunos dever&#227;o sair da posi&#231;&#227;o de receptores-passivos da informa&#231;&#227;o, via professores e livros e tornarem-se em ativos-ca&#231;adores - desenvolvimento da habilidade de aprendizagem que auxiliam as pessoas a aprenderem a buscar a informa&#231;&#227;o e aprender como us&#225;-la.
Obviamente, os dois processos comentados anterioremente, podem se alternar ao longo da vida de um ser humano. O importante &#233; difundi-lo, gradualmente, por meio da transforma&#231;&#227;o dos processos adotados pelas escolas brasileiras, em atendimento &#224; demanda da sociedade, pois o n&#227;o-atendimento dessas novas tend&#234;ncias acarretar&#225; descompasso entre a vida acad&#234;mica dos alunos e os anseios do mercado de trabalho. 
Esse descompasso fragilizar&#225; o papel da escola junto &#224; sociedade, por estar ratificando o futuro profissional como receptor-passivo, ao invez de ca&#231;ador-ativo. Sendo que com o processo irrevers&#237;vel de globaliza&#231;&#227;o, a escola estar&#225; formando profissionais defasados ou n&#227;o-preparados para o mercado de trabalho e para a vida.</description>
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	<item rdf:about="http://luciana1965.blog.terra.com.br/sorriso_de_monalisa">
		<title>Sorriso de Monalisa</title>
		<link>http://luciana1965.blog.terra.com.br/sorriso_de_monalisa</link>
		<dc:date>14.09.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>
A professora do curso de Did&#225;tica solicitou que coment&#225;ssemos sobre o filme &#34;O Sorriso da Monalisa&#34;, visto no dia 03/09/2008, em sala de aula.O objetivo era fazer uma an&#225;lise do referido filme sob o enfoque aspectos did&#225;ticos-pedag&#243;gicos dos m&#233;todos adotados pelo Ellesley, col&#233;gio&#160; tradiconal dos Estados Unidos da Am&#233;rica. Em primeiro plano, destaca-se a professora J&#250;lia Roberts e os demais personagens. Sendo esta&#160; primeira de vis&#227;o liberal e os demais ssendo caracterizados como tradiconalistas. Para compreendermos a contextualiza&#231;&#227;o do filme, &#233; necess&#225;rio entendermos que a d&#233;cada de 50, foi fertil em altera&#231;&#245;es dos paradigmas femininos, seja no campo sexual, profissional ou familiar.Em termos finais, o filme deixa em aberto o questionamento em rela&#231;&#227;o ao posicionamento da professora, quando pressionada a ficar na institui&#231;&#227;o de ensino, desde que se submeta &#224; ideologia seguida por entidade.</description>
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	<item rdf:about="http://luciana1965.blog.terra.com.br/a_importancia_das_avos">
		<title>A import&#226;ncia das avos</title>
		<link>http://luciana1965.blog.terra.com.br/a_importancia_das_avos</link>
		<dc:date>28.02.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>A menopausa &#233; um per&#237;odo de mudan&#231;as e de reflex&#227;o. Algumas mulheres a v&#234;em negativamente, pois ela marca o fim da capacidade de reprodu&#231;&#227;o, outras a v&#234;em como uma b&#234;n&#231;&#227;o. Na nossa cultura tradicional, o fim da maternidade &#233; como se fosse o fim da fun&#231;&#227;o primordial da mulher, algo injusto e incorreto. At&#233; recentemente, a menopausa era considerada um paradoxo gen&#233;tico, por ser um gene ou conjunto de genes que reduzia o n&#250;mero de filhos que uma mulher poderia ter. Uma mulher que tem seis ou sete filhos at&#233; morrer deixar&#225; mais descendentes do que uma mulher que deixa somente cinco, devido ao fim da ovula&#231;&#227;o. Mas na esp&#233;cie humana ocorreu justamente o contr&#225;rio. As primeiras mulheres a transmitir o &#34;gene&#34; da menopausa deixaram muito mais descendentes, algo muito intrigante. Na realidade, a menopausa foi uma evolu&#231;&#227;o positiva para a mulher e para a humanidade, porque basicamente ela tem a fun&#231;&#227;o de transformar uma m&#227;e em uma av&#243;. A menopausa, ao contr&#225;rio de ser uma falha, deveria ser considerada uma evolu&#231;&#227;o importante da esp&#233;cie humana, ao lado da postura ereta, do uso do polegar, do desenvolvimento da linguagem e do descobrimento do fogo. Com o aumento do per&#237;odo de matura&#231;&#227;o das crian&#231;as, as mulheres passaram a ficar cada vez mais assoberbadas com cada filho adicional. Por isso, o surgimento de uma outra mulher para ajudar foi uma enorme evolu&#231;&#227;o, j&#225; que os homens desde o in&#237;cio da humanidade n&#227;o se preocupavam tanto com crian&#231;as. Mesmo que naquela &#233;poca as av&#243;s morressem cedo, poucos anos ap&#243;s a menopausa, uma diferen&#231;a de cinco anos j&#225; garantia uma vantagem gen&#233;tica significativa. Essa hip&#243;tese da import&#226;ncia das av&#243;s, levantada por C.G. Williams em 1957, &#233; contestada por muitos, e provavelmente nunca saberemos o que de fato ocorreu. Uma possibilidade &#233; que essas av&#243;s tenham passado a exercer a fun&#231;&#227;o de bab&#225;s das crian&#231;as mais velhas, sem sair da caverna, protegendo os netos dos le&#245;es. Os sintomas de calor que v&#234;m com a menopausa, especialmente no sufocante continente africano, podem ter sido uma forma de obrig&#225;-las a ficar estacion&#225;rias. O mesmo teria ocorrido com os sintomas da osteoporose, que reduzem rapidamente a mobilidade da mulher. Parte do nosso sucesso como humanos &#233; devida ao surgimento das av&#243;s, ao seu carinho e dedica&#231;&#227;o altru&#237;sta ao ajudar as filhas na dura tarefa de cria&#231;&#227;o dos netos. Por essa raz&#227;o, mulheres que desenvolveram a menopausa tiveram mais netos do que as mulheres que reproduziram at&#233; morrer, e netos com mais chances de sobreviver. Sem av&#243;s, eles estariam perdidos. Muitas mulheres que se sentem desconfort&#225;veis com a inevitabilidade da menopausa esquecem as ra&#237;zes gen&#233;ticas do processo e o recado que ele traz. A menopausa &#233; o sinal de que chegou o momento de se preparar para ser uma av&#243; carinhosa e prestativa, como antigamente. Homens n&#227;o desenvolveram o gene da menopausa. A t&#227;o falada andropausa necessariamente n&#227;o gera um av&#244;. N&#227;o tira a capacidade de reprodu&#231;&#227;o, n&#227;o os obriga a uma pausa e &#224; reflex&#227;o. Em vez de assumirem a fun&#231;&#227;o de av&#244;s, muitos homens decidem ser pais novamente com uma nova mulher. Perde o novo filho, que n&#227;o ter&#225; um av&#244;, muitas vezes j&#225; falecido. Ou talvez ganhe mais um av&#244; do que um pai, embora a maioria n&#227;o aceite essa vis&#227;o. Alegam que n&#227;o est&#227;o envelhecendo, n&#243;s &#233; que vivemos com a mesma mulher. Perdem tamb&#233;m os netos do primeiro casamento, que n&#227;o ter&#227;o o av&#244; presente como os av&#244;s de antigamente. Na mulher, a menopausa deixa essa quest&#227;o bem clara, sem d&#250;vidas ou interpreta&#231;&#245;es. Ela passa a ser av&#243;, o que de fato &#233; uma transi&#231;&#227;o, mas uma transi&#231;&#227;o para melhor. Se voc&#234; acha que a menopausa vai diminu&#237;-la, que voc&#234; ser&#225; menos mulher, fique tranq&#252;ila. Voc&#234; estar&#225; &#233; passando para um est&#225;gio superior, voc&#234; estar&#225; transcendendo. Passar&#225; a ser uma av&#243;, cujo surgimento foi um dos eventos mais importantes que a esp&#233;cie humana produziu, e uma das raz&#245;es de nosso sucesso como esp&#233;cie. S&#243; temos a agradecer o surgimento das av&#243;s, que cuidaram de n&#243;s com carinho e dedica&#231;&#227;o, em vez de cuidar de mais uma penca de filhos pr&#243;prios. Nosso muito obrigado a elas. Stephen Kanitz &#233; formado pela Harvard Business School (www.kanitz.com.br) Editora Abril, Revista Veja, edi&#231;&#227;o 1987, ano 39, n&#186; 50, 20 de dezembro de 2006, p&#225;gina 30</description>
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		<title>Professores usam blogs para educar</title>
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Pena que li o livro de forma t&#227;o r&#225;pida.&#160; Ao longo desses anos, tenho ouvido falar de um brasileiro maravilhoso, famoso no mundo todo, mesmo valorizado no Brasil,&#160; chamado Paulo Freire.O incr&#237;vel &#233; que, embora goste muito de ler, nunca me interessei em l&#234;-lo. Parecia-me um autor por demais &#34;glorificado&#34;, e por isso, de uma certa forma isso me assustava.&#160; Por&#233;m ao l&#234;-lo, por obriga&#231;&#227;o, descobri muitas coisas, muitas belezas. O gostoso de ler o primeiro cap&#237;tulo do livro Pedagogia da Autonomia &#233; que os exemplos de nossa aula de Did&#225;tica da Professora Bete,&#160; est&#227;o l&#225;, seja ou n&#227;o, nas experi&#234;ncia pessoais do autor (aprova&#231;&#227;o do seu antigo professor). O segundo cap&#237;tulo nos ratifica a import&#226;ncia do &#34;ser inacabado&#34; comentado, tamb&#233;m, em sala de aula. A import&#226;ncia da percep&#231;&#227;o de que tanto o educador quanto o educando s&#227;o seres inacabados, em processo de evolu&#231;&#227;o permanente. O grande diferencial deste conceito, &#233; sua consci&#234;ncia de produtos inacabados...Ao ler a frase &#34;... a verdadeira viol&#234;ncia &#233; a mis&#233;ria, a fome&#34;, recordei-me de uma trilogia chamada Os Subterr&#226;neos da LIberdade, de Jorge Amado, que li a muito, muito tempo atr&#225;s. Em um desses livros, o autor foi &#34;formando o personagem, a partir de seu processo de alfabetiza&#231;&#227;o, sob o aspecto construtivista. Recordo-me, em termos gerais, que &#224; &#233;poca, identifiquei claramente a for&#231;a com que o processo de constru&#231;&#227;o de seu saber, levou o personagem a um n&#237;vel de conscientiza&#231;&#227;o extremo, inclusive com altera&#231;&#227;o de seus comportamento, sociais e principalmente, pol&#237;tico. A verdade &#233; que ao lermos Pedagogia da Autonomia, vem uma enorme vontade de buscar novos conhecimentos na &#225;rea pedag&#243;gica, especialmente, sob o enfoque de Paulo Freire. Tenho um cunhado que faz poesia e adora participar de concursos de poesia e contos. Recentemetne, ele foi selecionado em uma concursos e eu, confesso envergonhada que n&#227;o cheguei a ler essa sua &#250;ltima poesia, vencedora. Pois &#233;, ela trata de Paulo Freire. E ao l&#234;-la, agora, tive a impressa de estar relendo o livro &#34;Pedagogia da Autonomia&#34;.
EST&#193; FALTANDO PAULO FREIRE&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; ouVOV&#211; N&#195;O VIU A UVABela capitalNasciNasci sem vov&#243; ver nenhuma uvaQuando ela vivia, pouco via feij&#227;oN&#227;o que tivesse a vista turvaEra porque o dinheiro n&#227;o dava, n&#227;oNenhum capitalEu viMas eu tinha que escrever dispois&#8220;Vov&#243; viu a uva&#8221; e ela ria de chorar- Queria ver era farinha, galinha e arroz- Queria ver fartura at&#233; engordarQuest&#227;o capitalViviUm dia mostraram pros doutoresQue &#8220;Rato n&#227;o r&#243;i roupa de rei&#8221;A educa&#231;&#227;o ficou nos estertores:- Quem &#233; voc&#234; para mudar a lei?Pena capitalCumpriVoc&#234; quer ensinar ou dar de comer?Alfabetizar sim! N&#227;o pode &#233; pensar!Coisa conhecida n&#227;o pode querer verPois daqui a pouco vai querer cozinhar!At&#233; que afinalMorriE a vov&#243; n&#227;o viu a uva, educa&#231;&#227;o ou milho,Auriverde pend&#227;o que brota da minha terra,Que quer ver a uva na boca de seu filhoNa escola que at&#233; a alfabetiza&#231;&#227;o enterraBela capitalNasciNenhum capitalEu viQuest&#227;o capitalViviPena capitalCumpri</description>
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		<title>Criando Oportunidade de Aprendizagem Continuada</title>
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A velocidade das mudan&#231;as que est&#227;o ocorrendo na sociedade globalizada, exige que a escola convencional seja repensada, urgentemente.
O autor defende a expans&#227;o do coneito de aprendizagem,que dever&#225; se tornar uma atividade cont&#237;nua, iniciando-se nos primeiro minutos de vida do indiv&#237;duo e estendendo-se ao longo dela.
Para tanto, a escola dever&#225; criar condi&#231;&#245;es para alterar os paradigmas atual da educa&#231;&#227;o - de transfer&#234;ncia de conhecimento - pois os alunos dever&#227;o sair da posi&#231;&#227;o de receptores-passivos da informa&#231;&#227;o, via professores e livros e tornarem-se em ativos-ca&#231;adores - desenvolvimento da habilidade de aprendizagem que auxiliam as pessoas a aprenderem a buscar a informa&#231;&#227;o e aprender como us&#225;-la.
Obviamente, os dois processos comentados anterioremente, podem se alternar ao longo da vida de um ser humano. O importante &#233; difundi-lo, gradualmente, por meio da transforma&#231;&#227;o dos processos adotados pelas escolas brasileiras, em atendimento &#224; demanda da sociedade, pois o n&#227;o-atendimento dessas novas tend&#234;ncias acarretar&#225; descompasso entre a vida acad&#234;mica dos alunos e os anseios do mercado de trabalho. 
Esse descompasso fragilizar&#225; o papel da escola junto &#224; sociedade, por estar ratificando o futuro profissional como receptor-passivo, ao invez de ca&#231;ador-ativo. Sendo que com o processo irrevers&#237;vel de globaliza&#231;&#227;o, a escola estar&#225; formando profissionais defasados ou n&#227;o-preparados para o mercado de trabalho e para a vida.</description>
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		<title>Sorriso de Monalisa</title>
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		<dc:date>14.09.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
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A professora do curso de Did&#225;tica solicitou que coment&#225;ssemos sobre o filme &#34;O Sorriso da Monalisa&#34;, visto no dia 03/09/2008, em sala de aula.O objetivo era fazer uma an&#225;lise do referido filme sob o enfoque aspectos did&#225;ticos-pedag&#243;gicos dos m&#233;todos adotados pelo Ellesley, col&#233;gio&#160; tradiconal dos Estados Unidos da Am&#233;rica. Em primeiro plano, destaca-se a professora J&#250;lia Roberts e os demais personagens. Sendo esta&#160; primeira de vis&#227;o liberal e os demais ssendo caracterizados como tradiconalistas. Para compreendermos a contextualiza&#231;&#227;o do filme, &#233; necess&#225;rio entendermos que a d&#233;cada de 50, foi fertil em altera&#231;&#245;es dos paradigmas femininos, seja no campo sexual, profissional ou familiar.Em termos finais, o filme deixa em aberto o questionamento em rela&#231;&#227;o ao posicionamento da professora, quando pressionada a ficar na institui&#231;&#227;o de ensino, desde que se submeta &#224; ideologia seguida por entidade.</description>
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	<item rdf:about="http://luciana1965.blog.terra.com.br/a_importancia_das_avos">
		<title>A import&#226;ncia das avos</title>
		<link>http://luciana1965.blog.terra.com.br/a_importancia_das_avos</link>
		<dc:date>28.02.08</dc:date>
		<dc:creator>lilo70</dc:creator>
		<dc:subject>Outros</dc:subject>
		<description>A menopausa &#233; um per&#237;odo de mudan&#231;as e de reflex&#227;o. Algumas mulheres a v&#234;em negativamente, pois ela marca o fim da capacidade de reprodu&#231;&#227;o, outras a v&#234;em como uma b&#234;n&#231;&#227;o. Na nossa cultura tradicional, o fim da maternidade &#233; como se fosse o fim da fun&#231;&#227;o primordial da mulher, algo injusto e incorreto. At&#233; recentemente, a menopausa era considerada um paradoxo gen&#233;tico, por ser um gene ou conjunto de genes que reduzia o n&#250;mero de filhos que uma mulher poderia ter. Uma mulher que tem seis ou sete filhos at&#233; morrer deixar&#225; mais descendentes do que uma mulher que deixa somente cinco, devido ao fim da ovula&#231;&#227;o. Mas na esp&#233;cie humana ocorreu justamente o contr&#225;rio. As primeiras mulheres a transmitir o &#34;gene&#34; da menopausa deixaram muito mais descendentes, algo muito intrigante. Na realidade, a menopausa foi uma evolu&#231;&#227;o positiva para a mulher e para a humanidade, porque basicamente ela tem a fun&#231;&#227;o de transformar uma m&#227;e em uma av&#243;. A menopausa, ao contr&#225;rio de ser uma falha, deveria ser considerada uma evolu&#231;&#227;o importante da esp&#233;cie humana, ao lado da postura ereta, do uso do polegar, do desenvolvimento da linguagem e do descobrimento do fogo. Com o aumento do per&#237;odo de matura&#231;&#227;o das crian&#231;as, as mulheres passaram a ficar cada vez mais assoberbadas com cada filho adicional. Por isso, o surgimento de uma outra mulher para ajudar foi uma enorme evolu&#231;&#227;o, j&#225; que os homens desde o in&#237;cio da humanidade n&#227;o se preocupavam tanto com crian&#231;as. Mesmo que naquela &#233;poca as av&#243;s morressem cedo, poucos anos ap&#243;s a menopausa, uma diferen&#231;a de cinco anos j&#225; garantia uma vantagem gen&#233;tica significativa. Essa hip&#243;tese da import&#226;ncia das av&#243;s, levantada por C.G. Williams em 1957, &#233; contestada por muitos, e provavelmente nunca saberemos o que de fato ocorreu. Uma possibilidade &#233; que essas av&#243;s tenham passado a exercer a fun&#231;&#227;o de bab&#225;s das crian&#231;as mais velhas, sem sair da caverna, protegendo os netos dos le&#245;es. Os sintomas de calor que v&#234;m com a menopausa, especialmente no sufocante continente africano, podem ter sido uma forma de obrig&#225;-las a ficar estacion&#225;rias. O mesmo teria ocorrido com os sintomas da osteoporose, que reduzem rapidamente a mobilidade da mulher. Parte do nosso sucesso como humanos &#233; devida ao surgimento das av&#243;s, ao seu carinho e dedica&#231;&#227;o altru&#237;sta ao ajudar as filhas na dura tarefa de cria&#231;&#227;o dos netos. Por essa raz&#227;o, mulheres que desenvolveram a menopausa tiveram mais netos do que as mulheres que reproduziram at&#233; morrer, e netos com mais chances de sobreviver. Sem av&#243;s, eles estariam perdidos. Muitas mulheres que se sentem desconfort&#225;veis com a inevitabilidade da menopausa esquecem as ra&#237;zes gen&#233;ticas do processo e o recado que ele traz. A menopausa &#233; o sinal de que chegou o momento de se preparar para ser uma av&#243; carinhosa e prestativa, como antigamente. Homens n&#227;o desenvolveram o gene da menopausa. A t&#227;o falada andropausa necessariamente n&#227;o gera um av&#244;. N&#227;o tira a capacidade de reprodu&#231;&#227;o, n&#227;o os obriga a uma pausa e &#224; reflex&#227;o. Em vez de assumirem a fun&#231;&#227;o de av&#244;s, muitos homens decidem ser pais novamente com uma nova mulher. Perde o novo filho, que n&#227;o ter&#225; um av&#244;, muitas vezes j&#225; falecido. Ou talvez ganhe mais um av&#244; do que um pai, embora a maioria n&#227;o aceite essa vis&#227;o. Alegam que n&#227;o est&#227;o envelhecendo, n&#243;s &#233; que vivemos com a mesma mulher. Perdem tamb&#233;m os netos do primeiro casamento, que n&#227;o ter&#227;o o av&#244; presente como os av&#244;s de antigamente. Na mulher, a menopausa deixa essa quest&#227;o bem clara, sem d&#250;vidas ou interpreta&#231;&#245;es. Ela passa a ser av&#243;, o que de fato &#233; uma transi&#231;&#227;o, mas uma transi&#231;&#227;o para melhor. Se voc&#234; acha que a menopausa vai diminu&#237;-la, que voc&#234; ser&#225; menos mulher, fique tranq&#252;ila. Voc&#234; estar&#225; &#233; passando para um est&#225;gio superior, voc&#234; estar&#225; transcendendo. Passar&#225; a ser uma av&#243;, cujo surgimento foi um dos eventos mais importantes que a esp&#233;cie humana produziu, e uma das raz&#245;es de nosso sucesso como esp&#233;cie. S&#243; temos a agradecer o surgimento das av&#243;s, que cuidaram de n&#243;s com carinho e dedica&#231;&#227;o, em vez de cuidar de mais uma penca de filhos pr&#243;prios. Nosso muito obrigado a elas. Stephen Kanitz &#233; formado pela Harvard Business School (www.kanitz.com.br) Editora Abril, Revista Veja, edi&#231;&#227;o 1987, ano 39, n&#186; 50, 20 de dezembro de 2006, p&#225;gina 30</description>
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