Em substituição aos fatores tradicionais de produção como a mat´´eria prima, o trabalho e o capital, o conhecimento assumiu papel de destaque na sociedade.
A velocidade das mudanças que estão ocorrendo na sociedade globalizada, exige que a escola convencional seja repensada, urgentemente.
O autor defende a expansão do coneito de aprendizagem,que deverá se tornar uma atividade contínua, iniciando-se nos primeiro minutos de vida do indivíduo e estendendo-se ao longo dela.
Para tanto, a escola deverá criar condições para alterar os paradigmas atual da educação - de transferência de conhecimento - pois os alunos deverão sair da posição de receptores-passivos da informação, via professores e livros e tornarem-se em ativos-caçadores - desenvolvimento da habilidade de aprendizagem que auxiliam as pessoas a aprenderem a buscar a informação e aprender como usá-la.
Obviamente, os dois processos comentados anterioremente, podem se alternar ao longo da vida de um ser humano. O importante é difundi-lo, gradualmente, por meio da transformação dos processos adotados pelas escolas brasileiras, em atendimento à demanda da sociedade, pois o não-atendimento dessas novas tendências acarretará descompasso entre a vida acadêmica dos alunos e os anseios do mercado de trabalho.
Esse descompasso fragilizará o papel da escola junto à sociedade, por estar ratificando o futuro profissional como receptor-passivo, ao invez de caçador-ativo. Sendo que com o processo irreversível de globalização, a escola estará formando profissionais defasados ou não-preparados para o mercado de trabalho e para a vida.